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Na organização da ação pastoral, a união de forças é também resultado da participação. Essa foi uma convicção norteadora de toda a construção deste Plano de Pastoral, desde o momento em que o Conselho Provincial encarregou a coordenação da tarefa à Asdepas, no início de 2003. Desde lá, iniciou-se um processo pautado pela participação, pela eclesialidade, pelo carisma marista e pela fé.
Um Plano de Pastoral é, neste contexto, uma necessidade na medida em que é a expressão instrumental da preocupação de uma ação pastoral orgânica e organizada, eclesial e marista. Assim, contribui na articulação de todas as forças da Província, no sentido de ser memorial da missão, herdada de São Marcelino Champagnat, de tornar Jesus Cristo conhecido e amado e ajudar as crianças e os jovens, por meio da educação, a se tornarem bons cristãos e virtuosos cidadãos. Faz com que, irmãos e leigos, animados de igual zelo, continuem dando respostas adequadas aos anseios e às necessidades do momento presente e futuro.
Tanto na elaboração do Plano como na sua apresentação, seguiu-se, como opção metodológica, as três etapas do conhecido método ver – julgar – agir: a etapa perceptiva, a analítica e a da operacionalização. De tal modo que todo o trabalho é um processo de percepção, análise e operacionalização, com a finalidade de transformar a realidade a partir do Evangelho.

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