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sexta-feira, 16 de julho de 2010.
Solidariedade na prática


Em momento de integração, alunos dançaram coreografias
propostas pelos assistidos da Vila Tronco

A proposta feita pela Pastoral Escolar do Marista Rosário aos alunos, na última Semana da Solidariedade, baseada no incentivo de ações continuadas e não somente relacionadas à data que foi convencionada para a realização de práticas solidárias, foi aceita e vem dando frutos até agora. Através dos líderes de turma, os alunos foram incentivados a serem protagonistas de ações de solidariedade que se estendessem durante o ano, com liberdade para decidirem de que forma as realizariam. 

Duas dessas ações aconteceram na semana passada, e envolveram turmas da 8ª e 5ª série do Ensino Fundamental. A turma 86 programou uma visita à Ilha dos Marinheiros, levando, além de donativos arrecadados na Campanha do Agasalho, livros para contar histórias para as crianças.

“Foi muito bom ver que uma coisa simples para nós faz toda a diferença para as crianças e para as professoras. Ficamos felizes de ver a felicidade deles, mas é chocante também pensar que muitas crianças dali nem tem os pais”, contaram os alunos Elisa Correa e Mateus Thomas, da turma 86. 

Já os alunos da turma 51, precisaram realizar um sorteio para eleger os representantes que levariam donativos e preparariam atividades de integração em sua visita à Instituição de Caridade Associação dos Moradores da Vila Tronco (AMAVTRON), frente à motivação maciça da turma em participar da atividade. “Em sala de aula nos pediram para escolher uma entidade para realizar uma ação solidária e eu sugeri a AMAVTRON porque minha mãe já conhecia e sabia que ali as pessoas precisavam muito de ajuda”, contou Jhade de Lima, que sugeriu aos colegas a escolha da entidade. No dia da visita, muito mais do que entregar as arrecadações, os alunos valorizaram a integração com os moradores. “Nós apresentamos umas músicas e depois foi a hora deles mostrarem o que sabem. Foi muito legal, eles dançam muito bem e, além de tudo, são muito organizados, até as crianças pequenas dobram seus lençóis depois de dormir”, contou Robertha Ferreira da Silva, aluna da turma.